Vou postar aqui uma
letra de uma musica muito
linda que eu aprendi a gostar e que hoje tem um
significado especial pra
minha
vida!
ai vai:
Eu quero ir
Eu quero ir
onde olhos não
as mãos jamais tocaram
Eu quero ir
Eu quero ir onde o sol não se
o amor não se acaba
Eu quero
Há um caminho mais alto
Há um amor mais profundo
Há um destino traçado que me leva a
Eu quero ir onde a paixão não vai embora
Onde a esperança não se esvai
Eu quero ir
Eu quero ir onde a canção não terminou
Onde a chama é sempre acesa
Eu quero ir
Há um caminho mais alto
Há um amor mais profundo
Há um destino traçado que me leva a Você
Eu quero ir
Wednesday, June 28, 2006
Friday, June 02, 2006

ideias?
poucas!
esperanças?
nenhuma!
crença?
apenas de que isso nao para e talvez nunca parará...
a vida continua e com ela o infinito ciclo
que nos leva para o mesmo ponto o mesmo lugar...
nada muda, porem nada permanece igual.
os dias passam cada vez mas rapidos,
neles a igualdade de um amanha sombrio e tempestuoso...
nossa eterna impotencia!
como se defender daquilo que nao se sabe e nem se conhece?
como se defender se tudo que se pensa é em uma covardia sem fim?
fugimos a vida,
a nossos medos,
a nossos desejos,
as nossas vontades...
tantas vezes infames e terriveis e quantas sensiveis e fracos?
medroso e odiosos...
humanos quem os entenderá?
com sua tamanha hipocrisia...
tantos vivem quando querem morrer
amam quando querem odiar
riem quando querem chorar
covardia!
sim medo do desconhecido a morte
medo da rejeiçao
medo do ridiculo?
medo, medo, medo, medo
com ele se governa e se reje uma naçao!
o medo transforma...
por ele somos manipulados como mariontes
o medo deforma...
por sua causa sofremos e com o sofrimento mudamos
com ele definhamos
com ele morremos
ou entao vireremos...
como covardes... buscando na morte a soluçao pra nossos problemas...
fugindo como sempre...
o que nos retorna a nossa eterna covardia!
fracos
fortes
covardes
corajosos
mentirosos
sinceros
falsos
verdeiros
hipocritas
honestos
frios
amaveis
macabros
doceis
grosseiros
meigos...
turbilhoes de mudanças
turbilhoes de emoçes
fora de controle
confusas e conturbadas misturas
indo em direçao
quem sabe a vida
quem sabe a morte
quem saberá?
afinal nao se conhece o amanha....
este apaenas se teme...
Friday, May 26, 2006

as lagrimas tentam sair...
a dor é tao grande
as vezes prefiro morrer a aguenta-la
nao sei como expressar o que sentir, o que dizer, o fazer
apenas as lagrimas caem...
sem sentido, sem razao...
meu coraçao chora e eu apenas espero...
espero o dia, espero a noite...
espero e torço para isso ter um fim...
aflição? angustia? desilusão?
nao sei...
eu apenas sinto
choro
desejo esconder-me no amago das mais nefastas escuridoes
talvez nas trevas tudo possa fazer algum sentido!
talvez a vida possa fazer sentido...
talvez assim eu queira voltar a vida...
vida... eh o nome que dou as minhas lamurias de incertezas!
o que será¡ a vida?
confusao, incertezas
somente essa dor ainda me lembra do infame fardo de estar viva!
viva pra chorar,
viva pra sofrer
viva pra me arrepender
de um dia viver...
indiferença consome a alma
culpa corroi o espitiro
e o desgaste ao corpo...
vida:
eterna prisao aos que sofrem
eterna recompensa aos que amam!
tolos... entragam seu coração
para mais uma desilusao...
tolos os que amam
pensa que no amor encontraram sua utopica felicidade
em sua vã concepção nao estao mais sozinhos...
ate a vinda da carceragem dessa prisao
levando com ela sua enterna paixao...
o que ira sobrar?
cinzas,
destroços,
pedaços do que desmoronou
aquilo que chamava de vida feliz...
agora nada mais importa!
está sozinho...
ngm mais te compreende e te completa
agora é a hora do sofrimento
sua doce e vela vida
agora e seu amior tormento
as lagrimas caem e com elas a lembraça de algo que jamais voltara
algo que jamais te completara...
o que seria a vida do que pura nostalgia melancolica?
o que seria a vida do que uma eterna prisao da alma?
o que seria a vida alem da incerteza do amanha?
a que seria a vida alem de algo que me faça sofrer?
as lagrimas caem...
e com elas vou levando
esse vazio comigo
ate que chegue o dia infame
em que o nada que sou vire o nada que fui
em que a morte leve
pra longe do sol...
as lagrimas caem...
o que seriam das palavras sem a eterna subjetividade humana?
pra que haver nelas um sentido se em nada mais ha?
as lagrimas caem e molham meu rosto...
tocam eu coração que chora...
e eu espero...
apenas espero...
